sexta-feira, 26 de julho de 2013

MEDICINA: CURA DA AIDS E CURA DO CÂNCER


Remédio para câncer pode curar AIDS e vírus da AIDS pode curar câncer
Remédio contra câncer pode trazer cura para a AIDS
A cura do HIV/Aids pode vir por meio de outra doença igualmente temida, o câncer. Explica-se. Cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, descobriram uma forma de fazer com que o HIV saísse de seus “reservatórios” nas células utilizando um medicamento que trata certos tipos de linfoma.

Para quem não sabe, mesmo tomando antirretrovirais, soropositivos continuam com “estoques” do vírus em uma espécie de “reservatório” nas células. A carga viral é zero e a pessoa pode estar totalmente saudável, mas se parar de tomar os antirretrovirais, esses vírus saem das células e atacam novamente.

O que os pesquisadores fizeram foi utilizar vorinostat, inibidor da enzima histona desacetilase, para ativar e atacar os vírus dormentes. No teste com oito pacientes soropositivos saudáveis, assim que a droga foi administrada, a quantidade do vírus HIV subiu muito e logo depois caiu drasticamente. Isso significa que o remédio conseguiu “arrancar” o vírus das reservas e, uma vez no sangue, os antirretrovirais completaram o serviço.

A pesquisa, publicada na revista científica “Nature”, propõe dar o vorinostat por períodos mais longos para tentar extrair todo o HIV “escondido” nas células e depois eliminá-lo.
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Tratamento com vírus da Aids cura menina com leucemia
Diagnosticada com leucemia linfoblástica aguda em 2010, Emma Whitehead, hoje com oito anos, conseguiu melhorar com um tratamento polêmico em abril de 2012: teve o vírus da AIDs injetado em seu organismo. Agora, já está há um ano livre da doença.
Antes, Emma submeteu-se a todos os tratamentos, quimioterapia, perdeu o cabelo, mas ainda assim estava chegando ao estado terminal. Desesperados, os pais acabaram aceitando submeter a filha ao polêmico tratamento junto com outras 12 pessoas no Hospital Infantil da Filaldélfia.
Segundo informações do site Marie Claire, durante o tratamento, as células T, que ajudam na produção de anticorpos no organismo, foram retiradas do corpo de Emma e foi injetado o vírus desativado de HIV. Depois, as células T foram novamente colocadas no corpo da menina, que teve reações agressivas: febre de 40,5 graus, ficou inconsciente e irreconhecível de tão inchada. Precisou respirar por aparelhos e quase morreu.
Segundo o Dr. Carl June, à frente das pesquisas na universidade americana, tais sintomas são a comprovação de que o tratamento deu certo. Um ano depois de ter recebido os linfócitos T geneticamente modificados, a garota não tem câncer e permanece saudável.
Em outros participantes, o tratamento não teve o mesmo resultado. Outra criança que participou do processo experimental melhorou, mas depois teve uma recaída. Em dois adultos, o tratamento não funcionou.
Só se pode dizer que uma pessoa sobrevive ao câncer quando vive há cinco anos. Emma, porém, tenta levar uma vida normal. O tratamento ao qual ela se submeteu, inclusive, é a esperança de substituir a necessidade de quimioterapia e transplantes de medula óssea algum dia.
Na página do Facebook "Prayers for Emily Whitehead" é possível acompanhar os passos da menina.
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