terça-feira, 24 de julho de 2012

A preparação para a manifestação do Anticristo - Parte 1


A FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL




 
Em postagem anterior a esta, mostrei como a Bíblia nos alerta acerca do Anticristo, o líder político que estará à frente de um governo mundial único e agirá segundo a eficácia de Satanás (cf. 2 Ts 2.9). Nesta postagem, e em outras posteriores, mostrarei como está sendo preparado o caminho para que esse líder mundial se manifeste. Os argumentos a seguir não foram extraídos da Bíblia Sagrada, mas trata-se de parte de  uma entrevista concedida em 2010 pelo 3º Visconde Monckton de Brenchley, Lord Christopher Walter Monckton, que é "um político britânico, palestrante, consultor de negócios, conselheiro político, escritor, colunista, inventor e crítico ardente do fictício consenso científico sobre Mudanças Climáticas. Monckton explica como o Tratado sobre Mudanças Climáticas, proposto pelas Nações Unidas em Copenhague e assinado pelos líderes mundiais, levará à perda da soberania das nações e à instituição de um Governo Mundial não democrático". Abaixo seguem, na íntegra, as palavras de Christopher Walter Monckton, com tradução do site Brasil Indomável.

"Meu nome é Christopher Walter Monckton, 3º Visconde Monckton de Brenchley, um encrenqueiro à solta. recentemente eu me interessei em particular pelo tema do aquecimento global. E acredito que isso tenha começado, talvez, há trinta anos, através de um burocrata canadense das Nações Unidas, chamado Maurice Strong. Ele era um homem de negócios rico e bem sucedido, que fazia dinheiro por meio de contratos governamentais. Ele decidiu, com o passar do tempo, se tornar um burocrata do governo. Ele tinha uma visão que é compartilhada por muitas pessoas, em particular no sistema bancário aqui dos Estados Unidos, de que deveria haver um Governo Mundial, uma Moeda Mundial, e um Banco Mundial, os quais iriam praticamente controlar tudo. Agora, isto pode soar absurdamente extremo, mas o registro de planos para este Governo Mundial, Banco Mundial e Moeda Mundial, remonta a exatamente 100 anos, para uma ilha na costa da Geórgia, chamada Ilha Jekyll, onde cinco banqueiros muito experientes e o Secretário Assistente do Tesouro dos Estados Unidos, que era um senador americano, se encontraram para discutir o que se tornou a fundação do Federal Reserve dos Estados Unidos. O propósito real do Federal Reserve era preservar a predominância, no sistema bancário, dos principais bancos de Wall Street, e desfavorecer os bancos menores que estavam se tornando agressivos e bem sucedidos em áreas locais por todos os EUA. E aqueles que estavam naquela reunião também manifestaram a intenção de, em última instância, ter uma versão mundial do Federal Reserve, acompanhada de um Governo Mundial e de uma Moeda Mundial. Então a ideia de um Governo Mundial não eleito é muito velha. E foi recentemente trazida à vida novamente por Maurice Strong, 30 anos atrás, que disse que esperava que o Painel Intergovernamental de Mudança Climática das Nações Unidas, o qual ele estabeleceu como um painel intergovernamental ou político, ao invés de científico, se tornaria um Governo Mundial. E o pretexto para este Governo Mundial seria, é claro, a fundação de uma organização internacional, ou supranacional, para lidar com o que aparenta ser, mas não é, o problema de Aquecimento Global causado pelo homem. Este, por assim dizer, foi o cavalo de Tróia do qual Maurice Strong e muitos outros burocratas de governos e de bancos pelo mundo apoderaram-se como um modo de tornar real o sonho daqueles cinco banqueiros e do Secretário Assistente do Tesouro, 70 anos antes. Então, Maurice Strong elaborou o Painel Climático das Nações Unidas, não como um painel científico, mas como um painel político. E, de fato, as decisões definitivas tomadas até hoje, sobre o que entra e o que sai do Relatório Quinquenal supostamente Científico do Painel Climático das Nações Unidas, são feitas por representantes políticos de governos desqualificados cientificamente, que buscam cumprir agendas nacionais ou, em alguns casos, supranacionais, que não têm nada  a ver, na realidade, com o clima e, com certeza, nada a ver com democracia.

Agora, mais recentemente, logo antes da rodada de negociações de Copenhague para instituir um tratado de Governo Mundial, um projeto de tratado foi produzido pela burocracia que atua como secretariado da Convenção de Debates de Sustentação às Mudanças Climáticas das Nações Unidas, a qual foi primeiramente posta em prática na Cúpula da Terra no Rio de Janeiro de 1992. Agora, esta Convenção de Debates sobre Mudanças Climáticas, da qual 192 países são signatários, tem como uma intenção declarada a instituição de um corpo supranacional regulado por tratado, o qual irá unir todos os 192 estados-membros, incluindo os Estados Unidos e o Reino Unido. E a intenção é que este organismo tenha poderes ilimitados sobre tributação, poderes ilimitados de regulação, não apenas no setor ambiental, como também pela população mundial. Nós teríamos algum tipo de opinião e de controle sobre esta questão. Mas, por outro lado, se tivermos um Governo Mundial que não seja eleito, não importando o quão importante seja o seu propósito, então o que estaremos fazendo é jogar fora mil anos de desenvolvimento constitucional no ocidente e, gradualmente, no resto do mundo, que neutralizou parte da tirania, das ditaduras e da concentração de todos os poderes legislativo, executivo e judiciário nas mãos de poucos, e avançou quanto à justa distribuição do poder entre as três esferas de governo: o legislativo, o executivo e o judiciário, em que os três poderes estão, no fim das contas, sob o seu e o meu controle, através do exercício de nosso voto democrático nas urnas. É assim que a democracia supostamente funciona. E, por exemplo, se eu tirasse do meu bolso algo que carrego sempre perto do meu coração, uma cópia da Constituição dos Estados Unidos, veremos que ela começa dizendo no artigo 1, seção 1: 'Todos os poderes legislativos, por este documento garantidos, deverão ser exercidos por um Congresso dos Estados Unidos, que deverá ser constituído de um Senado e de uma Casa de Representantes.' Agora, por que esta Constituição, elaborada naquele verão calorento, todos estes anos atrás na cidade de Filadélfia, pelas mentes mais brilhantes daquela geração nos Estados Unidos, transferiu todos os poderes legislativos, por ela garantida, para o Congresso dos Estados Unidos? Porque o Congresso era um Congresso eleito. Portanto, todo poder legislativo foi colocado nas mãos de pessoas, as quais eu e você, e nossos antepassados, nos países democráticos, elegeram para fazer as leis para a gente. E então, instituir um Governo Mundial que não tenha sido eleito da forma que esta Constituição pretendia que seu Congresso fosse eleito, na qual apenas um governo eleito fizesse as leis, é um repúdio ao verdadeiro princípio central da Constituição dos Estados Unidos.

E então, considerando-se tudo isso, precisamos saber, antes de tudo, que não há um problema de Aquecimento Global. Em segundo lugar, ainda que houvesse, a melhor forma de lidar com este problema seria adaptando-se a qualquer mudança climática que possa ocorrer, CONFORME e SE acontecer. Isso é sempre muito mais barato do que estabelecer amplos sistemas burocráticos de intervenção, para tentar impedir as pessoas de emitir dióxido de carbono. Esta é uma maneira inútil e estúpida de tentar fazer qualquer coisa. E, é claro, esta também é uma maneira de apontar uma adaga econômica diretamente contra o coração do ocidente, porque ninguém está sugerindo que China ou Índia deveriam desacelerar suas economias. Longe disso. Elas têm de livrar sua população da pobreza. Todo mundo entende que a maneira mais rápida de fazer isto é queimando combustíveis fósseis, carvão em especial, de forma que se livra as pessoas da pobreza dando a elas eletricidade.  Esta é a maneira mais rápida de liberar nações pobres da pobreza. Então, é claro, ninguém está sugerindo que China ou Rússia venham a cortar suas emissões, ou neste mesmo aspecto, Índia, Indonésia, África do Sul ou Brasil. A maior parte da África e América do Sul vai precisar de toda eletricidade que possa conseguir, e por isso vai precisar queimar todo combustível fóssil que conseguir. De forma a livrar estas pessoas da pobreza e estabilizar a população. É tudo o que se precisa para estabilizar a população. Não é preciso usar esterilização forçada. Tentaram na Índia e falharam. Não é preciso usar, por exemplo, a política chinesa de uma criança, pela qual, se nascerem gêmeos, alguém pergunta para a mãe: 'Em qual a gente deve atirar?' É isso o que eles fazem. Não é preciso nenhuma daquelas intervenções drásticas e ditatoriais. Ao invés disso, o que é preciso fazer é elevar o padrão de vida geral. E isto é feito pela queima de combustíveis fósseis. Isto estabiliza a população sem que seja necessário nenhum outro tipo de intervenção. História demográfica bem documentada dos últimos 150 anos, desde que os primeiros censos da população foram realizados periodicamente aqui nos Estados Unidos, seguindo a Constituição, mostra que tirar pessoas da pobreza é o único modo de estabilizar a população mundial e, desse modo, reduzir em sua totalidade a pegada ecológica da raça humana sobre o planeta. Então o que não precisamos, em nenhuma situação, é qualquer tipo de Governo Mundial nem de qualquer instituição para lidar com o Aquecimento Global, porque é um problema inexistente, e mesmo que fosse um problema, interromper a emissão de dióxido de carbono não é a maneira de resolver o problema. Certamente não é a maneira mais barata de resolvê-lo. E mesmo que fosse possível, por estes métodos de intervenção, regular o clima da mesmíssima forma que o Rei Canuto ordenou ao mar que não subisse a maré, e ainda assim a maré subiu e molhou os dedos dos pés reais... então, os governos não têm o poder de decretar, como eles decretaram recentemente em Copenhague, de modo estúpido, que não poderá haver nenhum aumento na temperatura global maior que 2 graus Celsius. Dá pra imaginar a aprovação de uma lei dizendo que não poderá haver mais aumento de temperatura?

A intenção, bem clara, da classe governante mundial, da classe de banqueiros, da classe da mídia e da classe científica é ter mais uma chance de colocar este tratado de Governo Mundial em prática. Agora, eles aprenderam rapidamente que, após o projeto de Governo Mundial anterior, o qual foi exposto e rasgado ao meio, que se eles admitirem abertamente no projeto de tratado que buscam por um Governo Mundial, eles não conseguirão escapar. Então desta vez, eles vão ser mais cautelosos. O que eles vão fazer, é elaborar bem cuidadosamente o que parece ser um tratado inteiramente razoável, com uma burocracia bem mínima, com direitos limitados de atrair quotas baseadas na captação ou no PIB de cada estado-membro. Mas, a partir do momento que for dado àquele organismo central o poder de começar a obter riqueza dos bolsos de contribuintes, é ai que começa a crescer para se tornar o monstro definitivo, não democrático e burocrático, que é o Governo Mundial. E nós vimos tudo isso antes, na ditadura sombria que a União Europeia se tornou. Ela começou com um pequeno grupo de burocratas aos quais foi dado o poder de arrecadar uma certa quantia de dinheiro de cada estado-membro do que se tornou a União Europeia, de modo a garantir que após a 2ª Grande Guerra haveria aço e carvão suficientes para todo mundo reconstruir a Europa. Um acordo tecnocrático perfeitamente sensato. Mas então, os burocratas e os banqueiros se reuniram e disseram: 'Por que a gente não transforma isso em um governo para toda a Europa?' E eles planejavam que deveria haver um governo eleito? Claro que não. Eles planejavam que eu e você, pessoas comuns, deveriam ter um voto para decidir se, em que medida e como este governo deveria ser formado ou administrado? Com certeza não. Eles planejavam que isto fosse uma tirania da elite do governo sobre o governo. E se voltarmos aos princípios fundamentais dos Estados Unidos, o que Jefferson tinha para dizer sobre isto? Ele disse: 'Eu jurei sobre o altar de Deus, hostilidade eterna sobre toda tirania sobre as mentes dos homens.' E aqui temos a União Europeia, um exemplo regional do que isto quer se tornar por completo: uma tirania mundial, introduzida através de pequenos passos. Eles não podem fazer isso através de um grande passo. Eles tentaram isso e foram pegos em Copenhague, e falharam. E vão tentar de novo, e de agora em diante, vai ser um pequeno passo aqui, e outro pequeno passo ali. Mas a abordagem lenta, e a razão pela qual eles não tentaram a abordagem lenta no começo é que eles sabiam qual o problema com a abordagem lenta. A abordagem lenta tem este obstáculo: de que todo este absurdo é baseado na falsa suposição de que a raça humana está provocando um efeito tão drástico sobre o clima global, que sem um Governo Mundial ditatorial, nada vai conseguir impedir grandes desastres terrestres em todo o mundo. Agora, de fato, não vai haver desastre algum.

Se você analisar a literatura científica, mesmo entre aqueles na literatura que estão cada vez mais se tornando minoritários, os quais acreditam que Aquecimento Global é uma crise real, estes não acreditam que o Aquecimento Global vai resultar no tipo de catástrofe que vimos no insosso filme de comédia / ficção científica / terror de Al Gore. Eles sabem agora que o nível do mar está subindo apenas 30 cm por século. Bem, tem subido a 1,20 metros por século pelos últimos 11.400 anos. Ou seja, subiu mais do que 120 metros neste período. Então, se diminuiu o ritmo para 30 cm por século, porque a maior parte do gelo que estava sobre a terra já descongelou há muito tempo em direção ao mar, então não vai subir muito mais de agora em diante, seja lá o que for feito. Eles sabem disso agora. Da mesma forma, eles sabem perfeitamente que os desertos não vão se expandir. Eles vão contrair-se. Porque o deserto do Saara tem sido medido e perdeu 300 mil quilômetros quadrados nos últimos 30 anos para a vegetação. E os beduínos, e as tribos nômades, estão se movimentando e se estabelecendo em áreas do Saara nas quais não há registros de ter-se vivido antes, pelo fato de o Saara estar sendo coberto de vegetação. Então, os desertos não estão se expandindo. Da mesma forma, a temperatura não está subindo conforme o que foi previsto, nem nos últimos 15 anos, absolutamente. Eu providenciei uma entrevista para um jornalista da BBC com Dr. Jones, da agora desacreditada Unidade de Pesquisa do Clima da Universidade de East Anglia. E uma das questões que sugeri para a BBC foi se tem havido Aquecimento Global estatisticamente relevante nos últimos 15 anos. E Jones, ainda que através de dentes cerrados, teve de admitir que não tem havido. Agora, por acaso ele ou sua unidade disseram isso alguma vez antes? Não. E a BBC já pensou em fazer uma pergunta destas antes? Não. Mas eu entrei lá e fiz eles perguntarem. E ele teve de responder honestamente que não tem havido nenhum Aquecimento Global há 15 anos. Na verdade, tem havido Desaquecimento Global pelos últimos 8 anos, numa medida rápida e significante. E na Antártica, este Desaquecimento Global tem acontecido há 30 anos. E a extensão de gelo do mar em volta da Antártica atingiu seu máximo em 2007, apenas 3 semanas depois de constatada a extensão mínima de gelo nos últimos 30 anos no Ártico. Então, numa escala global, o gelo do mar não está se alterando. De fato, na Groelândia e na maior parte da Antártica o gelo do mar está engrossando rapidamente. 90% dos glaciares do mundo estão crescendo. Você só escuta sobre os 10% que estão encolhendo.  Então, onde quer que você olhe para o que está acontecendo com o clima verdadeiro, do ponto de vista dos dados, ao invés do que você lê nos jornais ou ouve de Al Gore e outros políticos e profetas do Aquecimento Global, você descobrirá, não apenas que não há motivos para supor que haverá consequências adversas do Aquecimento Global, como também que não há, no mundo real, neste momento, com certeza, nenhum aquecimento. Então, juntando tudo isso, temos um problema inexistente travestido de problema verdadeiro, para permitir que pessoas com agendas políticas francamente ditatoriais criem um novo sistema de Governo Mundial centralizado burocraticamente, baseado no modelo já empregado recentemente na União Europeia, com controle absoluto nas mãos de uma elite não eleita, auto-perpetuadora, oligarca, ditatorial e tirânica."

Nota: Perceba que o projeto para a implantação de um Governo Mundial não é coisa da cabeça de crente. A Bíblia Sagrada é infalível, pois ela é a Palavra de Deus, e nela está registrado há séculos que um líder mundial irá surgir, que é o Anticristo. A teoria do Aquecimento Global, como vimos acima, é apenas uma peça do plano de preparação para a manifestação do Anticristo. Continuaremos com esse estudo, abordando outros assuntos que estão direta ou indiretamente ligados como o projeto de Satanás para preparar o caminho para aquele que virá segundo a sua eficácia (cf. 2 Ts 2.9). É já a última hora. Prepare-se, pois o Senhor Jesus Cristo está voltando. Amém! Ora, vem, Senhor Jesus!


CONTINUA NA PARTE 2