segunda-feira, 19 de maio de 2014

QUANDO DEUS CRIOU O MUNDO?


A cronologia que se encontra nas margens de muitas Bíblias de estudo e das mais antigas, não faz parte originalmente da Bíblia! O arcebispo Usher chegou à data de 4004 a.C., a partir do cálculo dos anos que atravessam as genealogias patriarcais (Gn 5; 11). 

Uma comparação destas genealogias com as contidas nos Evangelhos revelará que as genealogias bíblicas não são completas por desígnio, nem nos foram fornecidas para que calculássemos o intervalo de tempo entre vários eventos na história antiga do homem. Elas apresentam alguns nomes significativos, e omitem outros. Portanto, não podem ser usadas para estabelecer a data da criação. A época mais antiga a partir da qual podemos calcular anos civis com uma precisão aproximada é a época de Abraão. A idade que se atribui à terra é extremamente dependente da visão que se tem da criação.

Há cinco teorias principais sobre a interpretação dos seis dias da criação. 

A teoria do dia pictórico afirma que os seis dias mencionados no livro de Gênesis são os seis dias durante os quais Deus revelou a Moisés os eventos da criação. Mas a Bíblia relata a criação de maneira clara, simples e histórica como relata quaisquer outros eventos. Interpretar o texto desta forma exige o abandono de todos os princípios exegéticos. 

A teoria do hiato afirma que Gênesis 1.1 descreve uma criação original que foi seguida pela queda de Satanás e pelo grande juízo. Supõe-se que Gênesis 1.2, então, seja uma descrição da recriação ou restauração que ocorreu. Êxodo 20.11 ensina que todo o universo, incluindo os céus e a terra (Gn 1.1) foi criado no período de seis dias, mencionado no primeiro capítulo de Gênesis. 

A teoria do dia intermitente afirma que os dias mencionados são dias literais, mas que são separados por longos períodos de tempo. Contudo, a menos que toda a atividade criativa seja limitada aos dias literais, esta interpretação é uma contradição direta ao texto de Êxodo 20.11. 

A teoria do dia-era afirma que a palavra yôm, que é o termo hebraico para "dia", é usada para se referir a períodos de extensão indefinida, e não dias literais. Embora este seja um significado viável para o vocábulo (Lv 14.2,9,10), não é o mais comum. Logo, o sentido vernacular não é fundamento suficiente para sustentar a teoria. 

A teoria do dia literal aceita o significado claro do texto: o universo foi criado em seis dias literais. Os vários esforços para unir o relato bíblico da criação e a evolução não são respaldados nem mesmo pelas várias teorias de hiato, porque a ordem da criação está em oposição direta às interpretações da ciência moderna (por exemplo, a criação das árvores antes da luz). A expressão "dia e noite" indica dias literais (cf. Dn 8.14, onde a mesma expressão em hebraico é traduzida como "tardes e manhãs").



Fonte: Bíblia de Estudo Palavras-Chave, CPAD, 4a edição, ano 2009, p. 4.
      

Mutirão Mundial de Oração vai clamar pelas crianças que sofrem violência

Entre os dias 6, 7 e 8 de junho mais de 40 países estarão unidos no mesmo propósito que é a 19° edição do Mutirão Mundial de Oração por Crianças em Situação de Vulnerabilidade Social.
O projeto tem como objetivo levantar intercessores que entendam que há crianças em todo o mundo sofrendo com os mais diferentes tipos de violência, quer sejam físicas, sexuais ou emocionais.
As igrejas e grupos participantes dessa campanha estarão realizando marchas de oração, cultos de oração e outros eventos com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre esses problemas e levantar um clamor em favor das crianças que sofrem.
O Mutirão Mundial de Oração por Crianças em Situação de Vulnerabilidade Social é uma iniciativa da Viva, uma organização social cristã do Reino Unido envolvida em trabalho social em 25 países diferentes.
No Brasil o mutirão é promovido pela Rede Mãos Dadas e seus parceiros que no ano passado conseguiu reunir 15.500 brasileiros que estiveram ligados com outros 141.000 cristãos ao redor do mundo.

Este ano os organizadores lançaram um desafio: “Como você pode transformar a sua comunidade num lugar mais amigo para as crianças?” com essa pergunta surgiu o tema da 19ª edição do evento que é “Comunidades Amigas das Crianças”. O princípio desse tema é clamar para que Deus faça com que as crianças marginalizadas sejam amadas e protegidas, para que os líderes sejam sábios para criar políticas públicas e para que as igrejas descubram uma renovada paixão pelas crianças de suas comunidades.

Para que o evento tenha sucesso é necessário que os cristãos se envolvam, como diz o gerente de comunicação da Viva, Andrew Dubock. “Queremos incentivar a todos os cristãos, onde quer que estejam naquele fim de semana — em suas casas, em suas igrejas, no seu trabalho, em espaços sociais — que se unam a nós, e que juntos nos voltemos para Deus pedindo a ele uma transformação nas atitudes e práticas das comunidades em relação às suas crianças.”

Situações de risco para crianças

Algumas reportagens recentes nos fazem pensar a respeito da situação de vulnerabilidade das crianças em todo o mundo. Uma delas é a reportagem que fala sobre os sequestros das 200 meninas nigerianas. Algumas reportagens chegam a dizer que algumas delas, com idades entre 10 e 17 anos, estão sendo forçadas a se casarem com os sequestradores.

Outra notícia preocupante se refere ao projeto de lei no Iraque que reduz a idade mínima de casamento para mulheres xiitas para 9 anos.

Mas esses dados não são casos isolados, as Organizações das Nações Unidas (ONU) tem dados de que 115 milhões de crianças trabalham em situações perigosas, 61 milhões de crianças em idade do ensino fundamental não vão a escola e 275 milhões testemunham violência doméstica a cada ano.

É diante destas informações que a Viva pede para que a Igreja brasileira participe dessa mobilização. Para saber mais sobre o projeto acesse o site www.maosdadas.org.


Fonte: GOSPELPRIME

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Inauguração do "Templo de Salomão"... em São Paulo (Brasil)


Oito razões porque não irei ao 

Templo de Salomão da IURD



Por Pr. Bruno Guiame


Dia 31 de Julho (de 2014) é a data escolhida pela direção da IURD para a inauguração do Templo de Salomão. A própria presidente Dilma Roussef já confirmou presença, entre outros políticos importantes.

Na verdade esta construção megalomaníaca, será a nova sede da Igreja Universal do Reino de Deus, com um custo estimado em 400 milhões de reais. Decorado com pedras vindas diretamente de Hebrom, em Israel, a antiga capital do reino davídico. 

Com 55 metros de altura, 126 metros de comprimento e 104 metros de largura. Pela grandiosidade, este templo é mais uma obra faraônica do que cristã, porém existem alguns motivos que me levam a crer que estamos diante de um problema para a fé evangélica. Por que acredito que este templo não pode glorificar a Deus? Algumas objeções:

1. As pessoas vão cultuar espaços físicos no lugar de Deus.

2. Haverá peregrinações como se fosse um lugar sagrado.

3. Se criará mais um fomento do mercado religioso brasileiro.

4. Voltar a “adorar” a simbologia do Antigo Testamento é um retrocesso da fé cristã.

5. Apesar da afirmação “Feito para a glória de Deus”, o templo de Salomão não servirá ao pobre, à viúva, ao necessitado, ao desalojado e ao orfão, mas todas as pessoas servirão o templo e sustentarão seus gastos.

6. Deus não está em templos feitos por mãos humanas, mas habita em pessoas através do seu Espírito. Os cristãos são o verdadeiro templo do Espírito de Deus. (At 17:24)

7. A obra abrigará a tumba da família MACEDO.

8. Por último deixo a opinião deste rabino em relação ao Templo de Salomão, uma usurpação à fé alheia. Vejam: